Vírus: sequestro de dados

Os ataques de ransomware, vírus que bloqueiam o acesso a arquivos ou sistemas até que o usuário pague um resgate, não são novidade, mas estão se tornando cada vez mais populares. Em 2016, o número de detecções desse tipo de ataque cresceu 36% em relação a 2015, chegando a 1.277 detecções por dia no mundo, segundo um estudo da companhia de softwares Symantec.

Na última sexta-feira 12, o mega ciberataque do ransomware WannaCry atingiu mais de 200.000 computadores em mais de 150 países, chamando atenção para o problema. Hackers usaram uma vulnerabilidade do sistema operacional Windows – falha que já havia sido corrigida pela empresa e demandava uma atualização do sistema – para bloquear arquivos e exigir resgates de cerca de 300 dólares em bitcoins.

O ataque se propagou rapidamente e afetou o funcionamento de fábricas da Renault, da companhia americana FedEx, do sistema bancário russo, de universidades na Grécia e na Itália e de agências governamentais chinesas. No Reino Unido, cerca de 20% do sistema de saúde pública foi atingido, afetando ambulâncias e clínicas médicas. No Brasil, computadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foram afetados, e servidores do Itamaraty sofreram uma tentativa de invasão. Na Petrobras, funcionários foram orientados a reiniciar seus computadores.

“Os governos do mundo devem tratar este ataque como um alerta”, escreveu o presidente e diretor jurídico da Microsoft, Brad Smith, em um blog. Segundo a Symantec, os ataques de ransomware, “devido a sua prevalência e destrutividade”, continuou a ser a “ameaça de ‘cybercrime’ mais grave” em 2016. Abaixo, saiba mais sobre o crescimento desse tipo de ataque.

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